sábado, 31 de outubro de 2009

Uma Gestão de Recursos Humanos que dá vontade de Morrer....


Mais um suicídio na France Telecom

É o 25º trabalhador que decide acabar com a sua vida, em apenas 18 meses

"A France Telecom anunciou esta quinta-feira a morte de mais um funcionário da empresa, desta vez num departamento que está situado na cidade de Brittany, no Norte de França - este é o 25º suicídio na empresa em 18 meses.

Esta morte ocorre dois dias depois de um outro funcionário da France Telecom ter sido salvo no último minuto, quando tentava matar-se.

O sindicato considera que a culpa é do stress que tem origem na reestruturação da empresa - que deixou de ser estatal e entre 2006 e 2008 levou à saída de 22 mil funcionários - e nas condições de trabalho oferecidas aos trabalhadores.

Segundo dados divulgados pela France Telecom (FT), o funcionário tinha 48 anos, estava doente há um mês, e de baixa médica.

O presidente da empresa de telecomunicações deslocou-se à cidade onde este funcionário trabalhava, já depois de ter manifestado publicamente a sua preocupação em acabar com a «espiral de suicídios». Aliás, o número dois do gigante das telecomunicações demitiu-se do seu cargo, depois de meses de críticas sobre a forma como lidou com esta situação.

Os sindicatos convocaram um protesto para a próxima terça-feira para pressionar a empresa a dar aos trabalhadores melhores condições.

A onda de suicídios na France Telecom já levaram o governo de Nicolas Sarkozy a obrigar as empresas com mais de 1.000 empregados a ter planos anti-stress."

 In TVI 24 horas

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Momentos para Recordar... VIII Seminário GRH Lusíada



Após alguns meses de férias... o NAGRHULL está de volta...

Fotos do VIII Seminário GRH Lusíada:
http://www.lis.ulusiada.pt/old/eventos/seminarios/8_grh_09/fotografias.htm


Newsletter Seminário:
http://www.lis.ulusiada.pt/old/newsletter2006/index.php?numero=117


domingo, 12 de abril de 2009

Saiba quais são as profissões do futuro

Aviação e transportes, exploração espacial, medicina e energias
Aviação e transportes, exploração espacial, medicina e energias renováveis são alguns dos sectores que vão resistir à crise e que são imprescindíveis no futuro. As profissões nestas áreas resistem melhor ao desemprego.
Pilotar um avião ou chegar à lua faz parte dos devaneios de infância em que a realidade se mistura com a ficção dos super heróis. Num país sem história nas viagens espaciais, José Freitas optou pela realidade que mais se aproximava. Uma escolha feita há mais de uma década, mas que lhe promete um futuro brilhante.

In: Diário Económico by Hermínia Saraiva 10/04/09 00:05

sábado, 11 de abril de 2009

Promoções profissionais fazem mal à saúde

As promoções no trabalho aumentam o stress mental e tiram tempo aos felizes contemplados para irem a consultas médicas, segundo a conclusão de um estudo realizado por economistas e psicólogos de uma universidade britânica.

Os investigadores da Universidade de Warwick, no centro do Reino Unido, constataram que uma promoção profissional provoca mais 10 por cento de stress e reduz em 20 por cento o tempo para ir ao médico.

A equipa quis saber se uma melhoria do estatuto profissional tornaria as pessoas mais felizes e saudáveis, em consequência da melhoria da auto-estima pessoal.

Utilizando dados recolhidos no Reino Unido de uma amostra de mil indivíduos promovidos no seu trabalho entre 1991 e 2005, os investigadores não comprovaram essa hipótese e, antes pelo contrário, observaram uma maior pressão psicológica nas suas cobaias.

«Obter uma promoção no trabalho não é tão fantástico como se poderia julgar», afirmou Chris Boyce, um dos autores do estudo.

«As nossas investigações mostram que a saúde mental dos chefes se deteriora tipicamente depois de serem promovidos e de um modo que vai além do curto prazo», disse.

Por outro lado, sublinhou, «não há sinais de melhoria da saúde, além de que diminui as visitas aos consultórios médicos, o que deve ser mais motivo de preocupação do que de celebração».

Estas conclusões contrariam a ideia generalizada de que a melhoria de estatuto, através de uma promoção, resultaria directamente numa melhoria da saúde da pessoa, devido a um sentido acrescido de controlo da vida e de auto-estima.

in:TSF on line hoje Hoje às 18:06

Fórum Recursos Humanos 2009 16 e 17 de Abril | Centro Cultural de Belém | Lisboa

A Recursos Humanos Magazine © organiza, pelo 15.º ano consecutivo, o Fórum Recursos Humanos, o estado da arte na gestão das pessoas em Portugal ©.
Este singular evento decorrerá nos dias 16 e 17 de Abril, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Contará com a presença de um leque de prestigiados profissionais de gestão das pessoas, consultores e académicos, personalidades de relevo na cena nacional e internacional.
Para apresentação no Fórum foram seleccionados temas de relevante actualidade e pertinência, inovadores e potenciadores de debate, susceptíveis de contribuir para o desenvolvimento da gestão do capital humano.
Num momento em que se verifica uma crescente complexidade da gestão do Capital Humano, esta é uma oportunidade irrepetível de contactar com as melhores e mais avançadas práticas e manter-se na vanguarda do conhecimento no domínio da gestão das pessoas e do comportamento organizacional.
A culminar o Fórum RH, o qual protagoniza o evento anual por excelência, irão ser atribuídos, em parceria com o Grupo Select Vedior, os Prémios RH, que distinguem profissionais particulares ou colectivos que se destacam na área da gestão do capital humano, na realização de estudos e trabalhos de investigação neste domínio e na gestão global com especial enfoque na gestão estratégica de RH. Os Prémios serão atribuídos em diferentes categorias: Revelação, Gestor do Ano, Consultor do Ano, Investigação, Carreira, Excelência e Personalidade do Ano.

Para consultar a brochura do evento clique aqui
Para se inscrever faça o download da ficha de inscrição clique aqui
Para consultar os currículos dos oradores e moderadores clique aqui

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Advanced tourism economics 2009

Programme

Thursday, 23 April 2009

08h00 - 09h00 Registration
(Location: Universidade Lusíada de Lisboa, Rua da Junqueira, 188-198, Auditório 1)

09h00 - 10h30 Opening Session

Keynote speakers:

Professor Peter Nijkamp - A Micro-Simulation Model for Tourist e-Services
in Cultural Heritage

Professor Melville Saayman - Economic Impact of Tourism Attractions:
A Regional Perspective

10h30 - 11h00 Coffee break

11h00 - 13h00 Parallel sessions I

13h00 - 14h30
Lunch at Universidade Lusíada de Lisboa

14h30 - 16h00
Parallel sessions II

16h00 - 16h30 Coffee break

16h30 - 18h00 Parallel sessions III

20h00 Conference dinner (Location: Casino Lisboa, at Parque das Nações/EXPO98)

Friday, 24 April 2009

09h00 - 10h30 Parallel sessions IV

10h30 - 11h00 Coffee break

11h00 - 12h30 Parallel sessions V

12h30 - 13h00 Closing session
(Location: Universidade Lusíada de Lisboa, Rua da Junqueira, 188-198, Auditório 1)

13h30 - 14h30 Lunch at Universidade Lusíada de Lisboa

15h30 - 17h30 Social Programme: Tagus River Sightseeing Boat Cruise
(requires previous registration with the conference organizers)



terça-feira, 7 de abril de 2009

sábado, 4 de abril de 2009

TUNA FEMININA_LUSÍADA

VALE A PENA OUVIR....



quarta-feira, 1 de abril de 2009

A Economia, o Mundo Financeiro e o Jardineiro

Aqui coloco a minha primeira participação no blog!:-)

Passo aqui uma pequena ilustração com um caso prático e entendível a todos, a tentar explicar o que realmente aconteceu e está acontecer no mundo financeiro.

"...necessidade de se falar das coisas da economia numa linguagem acessível a todos. É isso que vamos tentar continuar a fazer, porque quando se ouve falar de tantos milhões, biliões e triliões, as pessoas perdem totalmente a noção das realidades e a maior parte delas acaba por não saber do que fala.

Primeiro tentaremos explicar o que é este mundo financeiro em que vivemos, mostrar-lhes que realidade é esta em que ninguém reparava mesmo quando usufruia os seus beneficios.

Para ilustrar a nossa história escolhemos um jardineiro, mas poderiamos ter escolhido um profissional de hotelaria, um comerciante, um industrial ou outro qualquer profissional. O nosso jardineiro ganha 30 euros por dia com o seu trabalho de jardinagem. Um banco de investimento vê nisso uma oportunidade e rentabiliza a sua jardinagem para ganhos de 35 euros por dia. Propõe-lhe a criação de uma empresa e vende ao publico as acções dessa empresa de jardinagem por um PER de 20 ou seja 20 x 5 euros x 250 dias por ano = 25.000 euros. (sendo que PER é o numero de anos que o investidor levará a recuperar o seu capital, 5 é o acréscimo de rentabilidade que lhe permite obter aquele resultado e os 250 é o numero de dias úteis de trabalho, apesar do banco considerar como base nas suas análises o ano civil, 365 dias). Neste caso o lucro anual seria de 5 X 250 = 1250 o que representa uma rentabilidade de 5% ao ano. Os subscritores deste capital (no publico) compram pelo preço de 2 cada acção de valor nominal 1, para que o nosso jardineiro possa guardar 50% do capital da empresa. Depois desta operação a empresa de jardinagem passa a ter uma valorização de 25.000 euros correspondente ao seu capital.

O banco de investimento estrutura um empréstimo obrigacionista de 20.000 euros, encontra um "hedge fund" que o subscreve na totalidade e utiliza esse montante para se fazer pagar pelo desenvolvimento de toda esta operação (colocação das acções e das obrigações).

O banco de investimento tem agora um lucro de 20.000 euros, o "hedge fund" uma obrigação (titulo de divida) do mesmo montante que lhe paga um rendimento anual, os accionistas 25.000 euros em acções. O jardineiro continuará a ganhar os mesmos 30 euros por dia (porque os 5 conseguidos nas melhorias introduzidas pelo banco, servirão para amortizar o empréstimo obrigacionista efectuado) mas detém agora 51% da empresa que vale 25.000 euros e passou a ter uma responsabilidade de 20.000 euros.

Resultado, produz-se o mesmo mas este tipo de operações permitiram atribuir um maior valor aos activos e permitiram, sobretudo, aumentar exponencialmente a divida existente na economia.

Senão vejamos como passou a ser a situação do nosso jardineiro agora empresário.

Com os seus 30 euros por dia tem um rendimento mensal de 900 euros mas com o património em acções, (securitizado) de 51% da sua empresa equivalente a 12600 euros, permite-se gastar 1500 euros por mês. Para manter o seu nível de vida de 1500 euros, é financiado na diferença necessária de 600 euros ao mês (só ganha 900) por créditos pessoais e cartões de crédito. A situação pode manter-se durante algum tempo, pelo menos enquanto as garantias que tem se mantiverem a um nível de cobertura aceitável mas não pode certamente manter-se eternamente, e está sujeito a "gripar" com qualquer grão de areia. Por grão de areia podemos considerar uma alteração conjuntural (como a que está a acontecer) que origine uma diminuição do seu negócio e faça com que a sua avaliação de risco se altere e rapidamente a situação se tornará insustentável.

Com a crise, a nossa empresa de jardinagem passou a ter a concorrência de novos jardineiros, a maioria recentes desempregados que vêem na jardinangem uma forma de sobrevivencia e passaram a fazer o mesmo trabalho a 15 euros ao dia.

Este acontecimento tornou-se um problema para o nosso jardineiro, accionista maioritário da sua empresa, com uma divida importante com origem no empréstimo obrigacionista de 20.000 euros e que para manter os seus clientes passou a ter que baixar os preços para acompanhar a concorrência que lhe estava a ser feita pelos recentes desempregados.

Criativo, o nosso jardineiro, que já tinha ouvido falar da securitização ou titularização, vê nisso um conceito excelente, desde que pudesse estender-se às famílias. Assim, propõe ao banco o seguinte produto estruturado:
Com a denominação ''Familia Estruturado'', este produto inclui o seu empréstimo à habitação (cerca de 75% da sua divida), o empréstimo para o carro (15%), e um outro para o consumo que utilizou para comprar hi-fi, televisões e computadores e finalmente um cartão de crédito (10%). Este produto estruturado tem por base o seu crédito à habitação, que é a componente de menor risco atendendo a que tem uma garantia real e uma taxa de juro mais baixa (está a pagar 4,8%). Junta-lhe o cartão de crédito com taxas de 20% mas maior risco e no meio coloca o seu crédito ao consumo incluindo o carro com taxas de 12%. Este produto está garantido pelo imóvel que é suposto ter uma garantia constante e pode ser colocado à venda a outros investidores como um produto de capital garantido a 30 anos e uma taxa de juro fixa de 7.5% que é bem acima da remuneração actual do capital e está garantido pelo imóvel.

O Banco vê neste produto uma oportunidade e sugere que seja subscrito com a designação ''Agregado ‘’Feliz’’ pora ser mais apelativo.

Os responsáveis pelas dividas podem assim receber o dinheiro para liquidar o seu empréstimo à habitação e continuar a pagar a remuneração do seu produto a uma taxa vantajosa porque essa foi a responsabilidade que assumiram.

Os tomadores destes produtos, os aforradores, podem ter uma aplicação sem risco com uma taxa mais vantajosa que as outras tradicionais aplicações.
O banco, escaldado com a crise do subprime, informa logo o nosso jardineiro que ele não poderá fazer o que originou esta crise ou seja utilizar o dinheiro para comprar outra casa e multiplicar a divida de modo a criar outro produto estruturado para colocar no mercado, porque o numero de compradores de imóveis não é infinito.

Assim, com esta preocupação ultrapassada, não teria surgido o problema que aconteceu, ou seja, que as casas num qualquer dia começassem a desvalorizar por falta de compradores. Afinal de contas uma família não pode ocupar mais que uma casa.

Este tipo de situações, contrariamente ao que se possa pensar, também pode acontecer a países tidos como seguros, como muito bem se sabe agora pelo exemplo recente da Islândia e outro menos recente mas igualmente famoso como o da Argentina. A moral desta história fica ao critério do leitor."

By Paulo Pinto in http://www.dif.pt/

VIII SEMINÁRIO DE GRH_11 E 12 MAIO UNIVERSIDADE LUSÍADA


quinta-feira, 26 de março de 2009

VIII SEMINÁRIO DE GRH_11 E 12 MAIO UNIVERSIDADE LUSÍADA

VIII – SEMÍNÁRIO DE G.R.H DA UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA
Data: 11 e 12 de Maio de 2009

Tema: A EXCELÊNCIA DOS PEQUENOS PORMENORES
Local: Auditório 1

PROGRAMA PROVISÓRIO:

11 de Maio de 2009 (Segunda-feira)

09:30: Sessão de Abertura

10:00h - EMPRESAS FAMILIARES PORTUGUESAS: “ O que é nacional é bom”

11:30h – pausa

12:00 – EMPREENDEDORISMO – Estratégias de Sucesso

13:30 às 15:00 – pausa para almoço

15:00 - workshop

16:15h – pausa

16:30 - LIDERANÇA NO FEMININO: Mais que um sexto sentido
18:00h – pausa

18:30 FLEXIBILIDADE E MOBILIDADE DE RECURSOS: Novas Tecnologias e Teletrabalho

Noite dia 11: Evento surpresa!


12 de Maio de 2009: (terça –feira)

09:30h - DINÂMICAS DE EQUIPAS: Team-Building Experiêncial vsTeam-Building Tradicional

11:00 – pausa

11:30 - RESPONSABILIDADE SOCIAL E ASSÉDIO MORAL

13:00 às14:15– pausa para almoço

14:15 - workshop

15:45h – pausa

16:00 - MUDANÇA e DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL – Factores Diferenciadores de Sucesso

16:00 - RESPONSABILIDADE SOCIAL E ASSÉDIO MORAL

17:30h – pausa

18:00 - GESTÃO DE STRESS: Como evitar o Burnout?
19:30 - workshop

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Novo Código do Trabalho_Site

Deixo uma contribuição do colega de GRH PL 2º Ano, Bruno Lopes:

Caros Colegas
Aqui vai, o link para o novo Código do Trabalho, são 104 páginas e atenção que, por um lado, ainda não está todo em vigor, e por outro, parte do Código do Trabalho antigo ainda está em vigor.
Um abraço,

bruno lopes

sábado, 14 de fevereiro de 2009

As principais alterações ao Código do Trabalho...

Despedimentos mais fáceis, bancos de horas e restrições na contratação são algumas das novidades do novo Código do Trabalho, que entra em vigor na próxima terça-feira. Veja aqui as mais importantes.

Despedimento
Processo disciplinar e acesso aos tribunais facilitados

As razões que justificam o despedimento do trabalhador mantêm-se, mas os prazos e os procedimentos a seguir pelos empregadores alteram-se significativamente. A entidade patronal continua a ter que fundamentar as causas e a enviar uma "nota de culpa" ao trabalhador, mas só ouve as testemunhas por ele indicadas se assim o entender (a única excepção é no caso de grávidas ou trabalhadores em licença parental). Depois de ter sido notificado, o trabalhador tem dois meses para contestar o despedimento em tribunal (agora tinha um ano), bastando para isso entregar um requerimento , uma vez que todas as provas são apresentadas pelo empregador. Erros processuais passam a ser desvalorizados

Os erros processuais (como é o caso da não audição de todas as testemunhas indicadas pelo trabalhador) perdem relevância. Desde que se prove a justa causa do despedimento, a empresa não é obrigada a reintegrar o trabalhador, que passa a ter direito a uma indemnização.
Horários
Bancos de horas dependem de acordo colectivo

É uma das medidas mais aplaudidas pelos patrões, porque permite reduzir significativamente as horas extraordinárias. Os contratos colectivos podem prever a criação de bancos de horas. Nesse caso, o período normal de trabalho pode ser aumentado até às 12 horas diárias, tendo como limite as 200 horas anuais. O trabalho efectuado é compensado em folgas, dinheiro ou outras regalias, consoante esteja previsto no contrato colectivo. Horários podem ser concentrados em três dias

Por acordo individual com o trabalhador ou por contrato colectivo, o horário de trabalho pode ser concentrado em três ou quatro dias por semana, mas não podem ser excedidas as 12 horas diárias. Actualmente os horários concentrados estão reservados para os que trabalham em dias de descanso ou pais com filhos menores de 12 anos ou com deficiência. Adaptabilidade através de contratos colectivos incentivada

durante um determinado período, os horários podem ser aumentados até às 10 horas diárias e 50 semanais. Caso a proposta seja aceite por 75% dos trabalhadores da equipa, o regime aplica-se a todos. Nos contratos colectivos pode ir-se mais além. Assim, estes contratos podem prever que o período normal de trabalho se estenda às 12 horas diárias e que esse regime seja aplicado a todos os trabalhadores, desde que 60% sejam abrangidos pela convenção colectiva.

Precaridade
Falsos recibos verdes com penalizações agravadas O novo Código do Trabalho altera a noção de contrato de trabalho para facilitar a identificação de falsos recibos verdes e penaliza as empresas que recorrem a este expediente de forma sistemática. Em caso de reincidência perde quaisquer benefícios e subsídios concedidos pelo Estado e poderão ver a sua actividade suspensa durante dois anos. Utilização de contratos a termo sujeita a mais restrições A contratação a prazo passa a ter restrições significativas. De acordo com a legislação que entrará em vigor na próxima semana, o posto de trabalho não pode ter sido ocupado anteriormente por trabalhador a termo, com contrato temporário ou a recibos verdes, tanto na empresa como em sociedade de que essa empresa faça parte. Adicionalmente, restringe-se o uso de contratos a termo no lançamento de novas actividades ou na abertura de uma nova empresa. Esta possibilidade apenas está aberta às empresas com menos de 750 trabalhadores, quando até agora não havia quaisquer restrições. Contratos a prazo voltam a ter duração máxima de três anosA duração máxima dos contratos é reduzida e passa dos actuais seis para os três anos, sendo que este limite se aplica também aos contratos temporários ou de prestação de serviços celebrados com o mesmo empregador.
Faltas
Trabalhadores com direito a 60 dias para assistência à família O número de faltas para dar assistência a filhos, cônjuge, pais e irmãos, em caso de doença ou acidente, é aumentado de 45 para 60 dias. O limite de idade dos filhos também sofre alterações, os pais podem faltar 30 dias por ano para dar assistência a crianças até aos 12 anos (agora o limite era 12 anos) e prevê-se ainda a possibilidade de os pais faltarem 15 dias para apoiarem os filhos maiores de 12 anos. Os avós passam a poder faltar para substituir os pais em caso de assistência a menores e passam a ter direito a subsídio, como se prevê no diploma ontem aprovado pelo Governo.

(in http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=354406)

Microsoft é a melhor empresa para trabalhar em Portugal ...

A Microsoft é a melhor empresa para trabalhar em Portugal, revela o “ranking” anual da revista “Exame”, realizado em parceria com a consultora Heidrick & Struggles (H&S). Entre as pequenas e médias empresas (PME), o primeiro lugar, “ex-aequo”, cabe à Gelpeixe e à Penha Longa Hotel Spa & Golf Resort.

Para a liderança da empresa de serviços de “software” contribuem benefícios dados aos colaboradores como serviços de manicura, máquina de engraxar sapatos colocada à entrada do bar, serviços de lavandaria e aulas de yoga. Os trabalhadores destacam, também, o programa de reconhecimento de prémios em dinheiro.

Neste “ranking” das grandes empresas, a Re/Max mantém a segunda posição e a Accenture, que ficou em nono lugar no ano passado, alcança agora a terceira posição. Segue-se o Banco Espírito Santos (BES), que estava em 19º lugar, e o Grupo Lena, uma entrada directa para o “ranking”.

Gelpeixe e Penha Longa Hotel são as melhores PME

MANUAL DE GESTÃO TRANSCULTURAL...

"Manual de Gestão Transcultural de Recursos Humanos
Arménio Rego e Miguel Pina e Cunha

A internacionalização das empresas e a globalização têm como consequência a necessidade de adaptar práticas de liderança/gestão aos diferentes contextos culturais. Não se gere/lidera do mesmo modo em Portugal, na China ou na Suécia. Uma equipa constituída apenas por portugueses requer práticas de liderança diferentes das indicadas para uma equipa constituída apenas por chineses ou por uma mescla de portugueses, franceses e norte-americanos. A actuação na arena global coloca desafios à gestão de pessoas que não ocorrem em contexto simplesmente nacional (e.g., expatriação). Quantas pessoas e empresas bem sucedidas no seu país de origem fracassam no estrangeiro?! Este livro ajuda as empresas, os gestores, os académicos e os estudantes a compreender estes desafios – e apresenta-lhes abundantes linhas de acção, apoiadas em ilustrações práticas. No CD de apoio, são também inseridos capítulos sobre a cultura e a gestão nos EUA, na Alemanha, na Rússia, no Japão e na China. É ainda facultado um vasto elenco de exercícios que podem ser usados em eventos formativos e apoiar decisões de gestão." (IN http://www.rhmagazine.publ.pt/eventos_forum2009.asp)

Liderança no Feminino...(o nosso orgulho)...


Para uns "tia Isabel", para outros Isabel Viana, para nós... um imenso orgulho! :)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Expo'RH 2009

11 e 12 de Março de 2009
Centro de Congressos do Estoril
A Expo RH é o encontro anual de referência do sector dos Recursos Humanos em Portugal e proporciona aos responsáveis dos recursos humanos e formação das empresas um espaço privilegiado para aprofundarem os seus conhecimentos, desenvolverem negócios, informarem-se e formarem-se.
Organizado pela IFE, o Expo RH 2008 é composto por um ciclo de conferências e uma área de exposição de soluções e serviços com 500m2, que conta já com a participação das empresas: Meta 4; Hay Group; Grupo Nett; Unimed; UAL; Transitar.