"A cerimónia de entrega dos prémios «Melhores Empresas para Trabalhar em Portugal 2010», iniciativa promovida pelo Great Place to Work Institute Portugal, realizou-se ontem à noite, no Forte de São Julião da Barra, em Oeiras. No primeiro lugar do 'ranking' geral não houve surpresas, pois voltou a ser ocupado pela Microsoft Portugal, que foi também a vencedora na dimensão entre 250 e 1.000 trabalhadores e no sector das tecnologias da informação (TI). A acompanhar a multinacional no pódio ficaram, em segundo lugar, a Cisco Systems Portugal, também do sector das TI, e em terceiro a Liberty Seguros. A Cisco, que ganhou na categoria por dimensão entre 100 e 250 colaboradores, conquistou também o primeiro lugar em três das categorias especiais - «Formação e Liderança para a Sustentabilidade» e «Responsabilidade Social Empresarial», distinções criadas o ano passado, e «Melhor Empresa para Trabalhar para Mulheres», prémio atribuído desde 2007. Outra consultora, a everis Portugal, que ocupa o quarto lugar no 'ranking' geral de 2010, foi considerada a «Melhor Empresa para Executivos».
Este ano a grande novidade foi a presença de sete empresas portuguesas no 'ranking' das 30 melhores, tendo-se destacado a GMS Consulting, que se classificou em quinto lugar a nível geral, tendo ainda ganho na categoria de «Melhor Empresa para Jovens». A ROFF (sexto lugar), também distinguida como a melhor empresa para trabalhar no sector da consultoria, a Outsystems (décimo quinto), que actua no sector das TI, a Siscog (décimo nono), do mesmo sector, a Leadership Business Consulting (vigésimo), a Ana - Aeroportos de Portugal (vigésimo sexto) e a José Júlio Jordão (vigésimo oitavo), do sector de transformação e produção, foram as outras empresas portuguesas que conseguiram classificar-se entre as 30 melhores para trabalhar no país.
Foram ainda distinguidas, por sector, a Mars Portugal (comércio e distribuição) e as já referidas Microsoft e ROFF; e por dimensão a BMW Group Portugal (menos de 100 colaboradores) e a RE/MAX Portugal (mais de mil colaboradores). Todas as vencedoras são automaticamente candidatas à lista europeia, a publicar no próximo dia 21 de Maio.
O Great Place to Work Institute é representado em Portugal pela Sperantia, cuja fundadora, Sandrine Lage, faz notar que «o nosso país foi pioneiro, a nível europeu, ao publicar o primeiro estudo nacional em 2000». E sublinha que a « missão do instituto é dedicar-se a construir uma sociedade melhor, ao contribuir para a melhoria do ambiente de trabalho das organizações». O Great Place to Work Institute avalia organizações em mais de 40 países, há mais de 25 anos, «o que torna este estudo de ambientes de trabalho o maior a nível mundial», assinala ainda Sandrine Lage.
Na qualidade de 'media partner' da iniciativa «Melhores Empresas para Trabalhar 2010», a revista «human» vai ter a sua edição de Maio quase totalmente dedicada a este tema, com a apresentação de um 'dossier' completo sobre todas as empresas vencedoras.
O Great Place to Work Institute é uma empresa de 'research', especializada em ambientes de trabalho, sedeada nos Estados Unidos. Leva a cabo a pesquisa das melhores empresas para trabalhar em mais de 40 países, o que torna este estudo de ambientes de trabalho o maior a nível mundial. Portugal foi o primeiro país da Europa a publicar o 'ranking' das melhores empresas para trabalhar, em 2000. Em Portugal, o Great Place to Work Institute é representado pela Sperantia."
"Ao longo dos dois últimos anos, tive a oportunidade de contactar com os responsáveis de recursos humanos de mais de uma centena de empresas, como consultor e formador. Sendo um neuroestratega - alguém focado em propor estratégias mentais que produzem resultados eficientes -, num primeiro contacto com uma organização interesso-me sobretudo pelos meus interlocutores, pelos seus desafios e pelas respectivas visões pessoais. Assim, com o avolumar do número de profissionais de recursos humanos contactados, pude começar a construir uma matriz comportamental que tive já oportunidade de apresentar publicamente. Como todos os modelos, a este escapa também o retrato perfeito da realidade, pois essa mesma realidade é sempre bem mais rica e complexa do que qualquer simplificação.
Ao ler as seguintes descrições, vai naturalmente identificar-se mais com uma ou com outra. Lembre-se de que estas notas foram construídas com base na minha experiência e que a intenção é simplesmente despoletar novas questões dentro de si, para que possa expandir os seus resultados pessoais como profissional de recursos humanos."
A Associação 5 Elemento em colaboração com a câmara municipal de Lisboa irá realizar no dia 24 de Abril um dia repleto de actividades lúdico-desportivas em Monsanto.
Realizada nos dias 17 e 18 de Março de 2010, a 9º. Edição da Expo RH foi dedicada ao tema “Investir no Potencial do Capital Humano”.
Foram muitos os stands de empresas que quiseram dar a conhecer o seu negócio, apesar de estarem presentes menos stands comparativamente ao ano anterior.
A realização em simultâneo de duas salas com palestras de grande interesse tornou difícil estar presente em todas as comunicações.
O primeiro dia de Expo’RH foi o mais forte em termos de painéis, sendo de referir a comunicação da Dra. Ana Barata da AR Telecom em termos da fusão do team building com a Responsabilidade Social da empresa, tendo sido dados destaque às vantagens do team building em actividades outdoor de modo a fomentar o espírito de equipa, a facilitar a resolução de problemas a reforçar a proactividade e as competências dos colaboradores.
Neste Painel foi marcante a frase da Dra. Ana Barata de que “não existem hierarquias em team building; quando é necessário haver um líder em cada equipa devem ser as pessoas de menor destaque na organização a assumir a liderança”, aspecto este muitas vezes colocado em segundo plano em muitas organizações.
Igualmente interessante foi a Mesa Redonda com o tema “Como transformar a Gestão de Recursos Humanos numa oportunidade para o futuro”, na qual o Dr. Fernando Magalhães dos Hotéis Vila Galé prendeu o interesse do público por via de um jogo com o abecedário:
A – Aposta
E – Estrutura das Politicas de GRH
I – Inventar permanentemente, de modo a evitar a falência técnica
O – Objectivar
U – Utopia, acreditar e fazer acreditar os outros
Como “moral da história” deixou a ideia de que o que importa é “deixar uma marca de modo a constituir uma aposta para o futuro”.
O período da tarde foi igualmente forte em comunicações, de salientar a Mesa Redonda com o tema “Retenção de talentos: uma prioridade para a competitividade das empresas”, composta pelo Dr. Nuno Fernandes da Meta4, Dr. Nuno Ferreira da ANA, Dra. Paula Albuquerque da Media Capital, Dr. Serafim Gonçalves do Grupo Leya e Dr. Francisco Balsemão do Grupo Impresa. Nesta palestra foi unânime a opinião de que um talento é alguém que se diferencia numa organização, e que devido ao seu valor, a organização deve conseguir reter os seus “talentos” por via de:
- Comunicação bi-direccional, em detrimento da “top-down”
- Formação
- Boas condições de vida e de trabalho
- Colaborador enquanto gestão da sua rotina
Ou seja, a existência do chamado “salário emocional”.
Este primeiro dia culminou com a Mesa Redonda “Implementar uma Cultura de Aprendizagem”, tendo como oradoras a Dra. Emília Aguiar da Gelpeixe, a Dra. Helena Dias do Crédito Agrícola, Dra. Olga Ribeiro da Talenter, e como moderadora a Dra. Paula Caíres Luz da D.G. da Administração e do Emprego Público. Foi dado ênfase à comunicação aberta entre os colaboradores através da partilha de ideias e experiências, e aposta na formação interna/externa para todos os colaboradores, assim como a formação por parte dos colaboradores aos seus pares, quer por via formal ou pela via informal.
O segundo dia da Expo’RH foi em muito dedicado à Responsabilidade Social nas organizações, tendo o período da tarde sido iniciado pela Dra. Marta Maia da Jerónimo Martins, que através de um vídeo apresentou a sua empresa enquanto impulsionadora da formação de todos os colaboradores de modo a obterem habilitações escolares e académicas.
Sob a temática “As empresas que se pretendem inovadoras e competitivas requerem novas competências aos colaboradores”, a Dra. Isabel Heitor da Hotéis Accor explicou o programa “ Recrute o seu melhor amigo”, em que se este se mantiver na Accor pelo mínimo de um ano, o colaborador que o recomendou recebe um bónus, o que promove o recrutamento local. Foi ainda referida a aposta da Accor nos colaboradores com mais de 45 anos de idade.
Numa temática diferente, mais ligada aos valores organizacionais e à motivação, a simpática intervenção da Dra. Ana Caetano da Canon Portugal, tendo sido dado enfoque à participação dos colaboradores e ao seu reconhecimento pelos próprios colegas por via da gestão pelo exemplo.
Foram, sem dúvida, dois dias muito ricos em informação e em troca de aprendizagens; uma experiência a repetir e a recomendar.
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Proporcionar a consulta eficaz de processos de acordo com as opções do visitante.
"O economista Paul Samuleson morreu, este domingo, aos 94 anos de idade, na sua casa no Massachusetts, nos EUA, indicou o Massachusetts Institute of Technology (MIT).
O trabalho do Prémio Nobel da Economia de 1970 foi fundamental para a base da economia moderna, uma vez que aplicou uma análise matemática rigorosa para explicar o equilíbrio entre os preços e entre a oferta e procura.
Samuelson ficou ainda conhecido pelo seu livro «Economia: uma Análise Introdutória» que foi traduzido em 40 línguas e vendeu mais de quatro milhões de cópias desde a sua publicação em 1948."
"A falta de estratégia e planeamento não tem género. Esta foi uma das lições aprendidas por homens e mulheres de negócios que frequentaram o curso de liderança na Academia da Força Aérea. Este é o último de uma série de dois vídeos."
Rosália Amorim (texto) e André Atayde (imagem) (www.expresso.pt)
"Um líder de nada vale sem a sua esquadrilha. Esta foi uma das lições aprendidas por homens e mulheres de negócios que frequentaram o curso de liderança na Academia da Força Aérea. Este é o primeiro de uma série de dois vídeos.
Gestores alunos de MBA, do Iseg, e alunas do curso de Liderança para Mulheres Executivas, organizado pela European Women´s Management Development International Network e pelo Iseg, aprenderam a gerir e a liderar melhor com os militares, na Academia da Força Aérea, em Sintra.
Cerca de 40 formandos testaram os seus limites, a resistência à mudança e a capacidade de comandar as tropas. Garantem que saíram deste exercício mais resilientes." in (http://aeiou.expresso.pt/video-lideranca-de-combate-i=f548661)
Rosália Amorim (texto) e André Atayde (imagem) (www.expresso.pt)
9:57 Sábado, 21 de Nov de 2009
No dia 16 de Dezembro de 2009 pelas 18H:30, irá decorrer no Auditório 1 da Universidade Lusíada de Lisboa uma palestra dedicada ao tema A Diferença entre a Gestão de Saltos Altos e a Gestão de Gravata, proporcionada pela Dra. Rosália Amorim.
Esta palestra será inspirada no livro O homem certo para gerir uma empresa é uma mulher.
Obra que apesar de ter sido editada em Setembro de 2009 conta já com a sua 2ª reimpressão, e que não pretende ser uma mera apologia feminista, mas sim um debruçar profundo e profissional sobre as lições de vida de 25 executivas portuguesas que são um exemplo de como conciliar em simultâneo uma intensa vida profissional com a vida familiar. Foram estas histórias de liderança feminina, cheias de orgulho e felicidade e também de algum sofrimento, que motivaram a jornalista Rosália Amorim, editora da revista Exame, a escrever este livro que para além dos testemunhos das 25 gestoras contém também algumas dicas para outras mulheres, e porque não, também para outros homens poderem ser bem sucedidos.
"A taxa de desemprego portuguesa ajustada de variações sazonais foi a quinta mais elevada da União Europeia em Outubro, tendo atingido os 10,2%, depois de se ter situado nos 10,1% em Setembro, o valor mais alto dos últimos 26 anos, revelou hoje o Gabinete Europeu de Estatística (Eurostat).
Em Outubro de 2008, a taxa de desemprego portuguesa era de 7,8%, precisa a mesma fonte.
Os dados do Eurostat revelam também que a taxa de desemprego para o conjunto dos países da Zona Euro estabilizou nos 9,8% em Outubro.
Em toda a União Europeia, os únicos países que registaram em Outubro taxas de desemprego superiores a Portugal foram a Eslováquia (12,2%), a Irlanda (12,8%), a Espanha (19,3%) e a Letónia (20,9%)."
Dados do Eurostat: http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/3-01122009-AP/EN/3-01122009-AP-EN.PDF
Technologies and new methods of work influence offices architectural design and facilities management in two apparently contradictory aspects: the increasing technological requirement of the space and the potential physical reduction of it: work is becoming more technology and less labour. The consequences appear in different levels; offices need to improve their ability to accommodate technology whilst reducing its size or capacity in terms of number of employees. Smaller sites and better location can be chosen, with the correspondent impact in the urban living: by corporate and personal relocation within the urban fabric. This is already changing the balance between city centre and peripheral areas and, within the cities, between historical areas and new development areas. Housing is returning to the city centre, corporate is moving to the peripheries and this means that eventually labour and capital are geographically converging in a sustainable way. The rearranging of what may be called the traditional housing and corporate location has a strong impact in the real estate market and on the labour market, by changes on the supply and demand of both spaces and labour. These consequences make no difference between traditional and non traditional companies, so the latter will have to adapt.
As to de workplace itself, quality and flexibility are the keywords. Labour is changing. Technology requires improved skills and improved skills are accompanied by higher qualifications and quality of life expectations. This means that space itself must fulfil the requirements of an increasingly demanding workforce and that implies that the facilities present a more careful attitude with the individual areas, team areas and social areas. The latter as of the utmost importance if virtual teams are in place or, even more important, if the option is the virtual company, as several studies have demonstrated that isolation can be a severe constraint to productivity. Planning the work environment must include all these considerations plus the life cycle approach. This means that architecture, design, sociology, and psychology must all contribute.
Space is a critical issue that influences the physical and psychological behaviour of the users. The new workplace may have no personal places or workstations, nor even areas with an exclusive function: flexibility is the rule, so space should be conceived in order to be easily updated to a new corporate image, function, equipment or users. Kinaesthesia and proxemics concepts also fundamental issues to be taken into account, as a significant parte of the comfort standard.
The new economy understands the need of innovation, and the capacity to implement and carry the new models of work. This fact leads to an increase of self-employees, free lancers and partners but also in the stimulation of the workers in the loyalty to the employer.
Although the yearning of an effective and competitive performance leads to the support of remote forms of work, where outside the facility the individual can achieve its expectancies and satisfy its needs. This reality has significant impact in a large scale, like the region, community, housing but also at the workplace. The present workplace should be prepared to support different timetables, desert as high-density periods of work and mainly should be able to support and increase the communication between individuals towards the best relationship between employees, customers and community in general.